ACHYRANTHES CALEA
(Erva da febre, ou de Tabardilla de Puebla (México))
Patogenesia feita por M. M. de Legarreta, de México (1911).

 

SINTOMAS MENTAIS DE ACHYRANTHES CALEA
* 1 Desejo de estar só, em um estado de calma; contesta com monossílabos; ou bem lo irritante a luz, necessita a luz, porém não quer estar só, embora não lhe falem. Apatia e indiferença ao meio que o rodeia.
* 2 Deprimido, com mal-estar, remorso e preocupação religiosa. Quer ter uma consciência recta, suplica pelo perdón, e tende a autodisculpar seus erros. Tem medo a sufrir.
* 3 Torpor, com brusco sobresalto ao sair do sonho, com brusco retorno ao estupor. Cansaço por esforços mentais.
4 Crianças com pesadelos e que se despertam atacados de pánico.

SINTOMAS GERAIS DE ACHYRANTHES CALEA
5 Pior: pelo movimento; pelo frio; pela umidade. Melhor: em repouso e em calma; pela pressão forte. Sensível aos mudança de pressão atmosférica. Lateralidade esquerda.
* 5a Secura e ardor das mucosas e pele.
6 Dores nos músculos largos. Fatiga com necessidade de repouso.

DESEJOS E AVERSÕES DE ACHYRANTHES CALEA
7 Aversão a alimentos sólidos.

SINTOMAS PARTICULARES DE ACHYRANTHES CALEA
* 8 Intensa cefaleia frontal congestiva; pior ao tocá-lo, melhor comprimindo a cabeça ou pondo uma almofada pesada sobre a cabeça. Batimentos fortes nas artérias temporais. Ruídos raros na cabeça.
* 9 Olhos brilhantes, com fotofobia. Olhos muito injetados, com sensação de ter areia, ardor e lacrimejamento; secreção amarelada e pegajosa; olhos muito doloridos, melhor presionando-os com os dedos. Pálpebras quentes, pesados, caídos.
10 Prurido, calor e secura no ducto auditivo. Orelha vermelha, brilhante e tensa. Não tolera ruídos.
* 11 Nariz seco, obstruído e doloroso. Secreção nasal enegrecida. Epistaxe do lado esquerdo ao assuar-se.
12 Rosto vermelho e inchado, como se tivesse estado exposto muito tempo ao sol.
* 13 Boca quente e seca; com sede de água fria, que parece ter mal gosto. Língua seca e ardente. Aftas. Boca aberta por dores nos músculos masenteres e zigomáticos.
* 14 Garganta seca e ardente; necessita engolir seguido para humedecerla. Picadas na garganta depois de uma bebida fria.
15 Sensação de plenitude gástrica, com indiferença à comida. Dores epigástricos por frio.
16 Não sente desejos de defecar.
* 17 Polaquiúria com acções escassas de urina clara e quente que, ao repousar, torna uma tinta avermelhada. Tenesmo vesical com ardor uretral.
* 18 Pênis quente e flácido. Escroto congestionado, com veias salientes. Ausência de desejos sexuais, pior pelo frio; ereções incompletas, com raras ejaculações. Ardor uretral depois da ejaculação.
* 19 Secura e ardor vaginal. A vezes está melhor durante a menstruação.
* 20 Rouquidão com dificuldade para falar, em tempo frio. Opressão no peito, com necessidade de respirar profunda e repetidamente. Dispneia, com respiração curta, ruidosa e rápida. Tosse catarral. Dores torácicas pré-esternais. Dor nos músculos peitorais e intercostais. Seios sensíveis ao tato.
21 Dor precordial. Batimentos cardíacos regulares e lentos, com pulso lento, cheio e forte.
22 Dor aguda na coluna e nuca. Suores frios na coluna. Sensação de dolorido e pesadez na coluna e lombar.
* 23 Pés e mãos ardentes; às vezes suam.
*** 24 Estados congestivos febris agudos de tipo Aconitum, “porém com menos agitação, mais prostração e mais dores musculares” (Voisin), com torpor e indiferença para seu meio. Febre entre 38º e 40º; depois de buscos mudança da temperatura exterior; a sensação de calor se incrementa em repouso, porém ainda assim necessita estar bem coberto, embora se sufoca com o intenso calor. Febre tifoidea e paratifoideas. Escarlatina. Sarampo. Rubeola. Septicemias.
* 25 Pele seca e ardente, com sensação de arrepio ao mover-se. Ardor e vermelhidão da pele.

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